[a partir de uma ideia de Ulisses Pereira]

 

Este trabalho pretende recriar o cultivo e o tratamento do linho, prática agrícola ancestral perdida.

Da sementeira no “linhar” à tecedura em tear, homens e mulheres partilhavam as tarefas com o mesmo fim – obter o fio de linho.

A indumentária das gentes de Barroso passava pela utilização de camisas e roupa interior de linho. As toalhas, gentilmente tecidas pelas mulheres em seus teares eram expostas nos dias festivos.

As tarefas à volta do linho decorriam durante o ano. Da sementeira na primavera aos teares nos serões de inverno, famílias e vizinhos reuniam seus utensílios e saberes para partilharem a malhada e a massada nas eiras das casas onde alguma abundância de alimento permitia oferecer a merenda.

Saber agora escondido, tradições abandonadas, património desvalorizado, o trabalho com o linho traduz muito da vida agrícola e social das gentes de Barroso.

“O linho quer sol e vinho.” In sabedoria popular

1ª Fase > sementeira > 6 de maio de 2017 > ABRIGO DA GARRANA

 

Fotos de Luís Borges

© Luís Borges
© Luís Borges
© Luís Borges
© Luís Borges
© Luís Borges
© Luís Borges
© Luís Borges
© Luís Borges
© Luís Borges
© Luís Borges
© Luís Borges

2ª Fase > Arranca, ripa e maceração  > 22 de junho de 2017 > ABRIGO DA GARRANA

  • Grey Twitter Ícone
  • Pinterest - círculo cinza
  • Facebook - círculo cinza
  • Instagram - Cinza Círculo
  • Cinza ícone do YouTube
  • LinkedIn - círculo cinza

PARQUE NACIONAL DA PENEDA-GERÊS
Rua do Passadiço, nº 4, Lugar da Vila

5470-013 Cabril, Montalegre

+351 968 065 345

paula@cabrilecorural.com

Covid-Badge-ATTA.png
livroreclamacoes.jfif


RNAAT 245/2015  ||  RNAL 40726/AL

© Paula Oliveira << Cabril Eco Rural >> todos os direitos reservados

Reserve Agora Reserve Agora